Andre Breton - Surrealistas de Paris — (no alto, da esq. p/dir.): Maxime Alexandre, Louis Aragon, Andre Breton, Luis Bunuel e Jean Caupenne; (segunda linha) Salvador Dalì (e) e Paul Éluard (d); (terceira linha) Max Ernst (e) e Marcel Fourrier (d); (quarta linha) Camille Goemans (e) e René Magritte (d); (embaixo, da esq. p/dir.) Paul Nougé, Georges Sadoul, Yves Tanguy, André Thirion e Albert Valentin.
domingo, 26 de maio de 2019
segunda-feira, 20 de maio de 2019
MASP AMPLIA HORÁRIOS POR 'TARSILA'
O MASP terá horários estendidos até o final da exposição 'Tarsila popular', a mais ampla mostra já realizada sobre a artista Tarsila do Amaral (1886-1973). O museu passa a fechar uma hora mais tarde entre quarta e sexta-feira e duas horas depois do normal aos fins de semana.
Desde 5 de abril, data de abertura das exposições 'Lina Bo Bardi: Habitat' e 'Tarsila popular', o museu já recebeu mais de 116.000 visitantes. Ambas as mostras seguem em cartaz até 28 de julho.
Confira os novos horários:
Terça grátis Qualicorp: 10h-20h
Quarta a sexta-feira: 10h-19h
Sábados e domingos: 10h-20h
A bilheteria fecha sempre meia-hora antes. Visite: https://masp.org.br/
#MuseuSãoPaulo
#SemanaDaArteModerna
Quero penetrar em tua alma,
mergulhar em teus segredos,
tirar de ti todos os medos,
encontrar o sol que guardas,
afugentar tuas sombras,
embalar-te nas ondas.
Cultivar teu sorriso
incontido, demasiado,
colher contigo alegria
desmesurada, infinita.
Que fluas como os rios
desaguando nos mares.
Qual pássaro livre
voe célere pelos ares.
Tua vida seja tua,
mas que divida comigo,
uma só noite de lua.
-Daniele-
mergulhar em teus segredos,
tirar de ti todos os medos,
encontrar o sol que guardas,
afugentar tuas sombras,
embalar-te nas ondas.
Cultivar teu sorriso
incontido, demasiado,
colher contigo alegria
desmesurada, infinita.
Que fluas como os rios
desaguando nos mares.
Qual pássaro livre
voe célere pelos ares.
Tua vida seja tua,
mas que divida comigo,
uma só noite de lua.
-Daniele-
sexta-feira, 26 de abril de 2019
"Pas de Deux"
Foram apenas dois pliés
Cerraram-se minhas razões,
semente nativa
da existência
fez se a minha delicadeza,
no tempo, contratempo,
germinada entre
Tendu, Jeté, Rond de jambe,
Fondu, Frappé,
volteios em andamento
desenham o Grand Battement,
no vau da eternidade
traços
Sou eu e a dança
em adagio, allegro ardente,
O laço da paixão
em penumbra, pirouette,
arabesque
entre todo o corpo de baile,
elevei os véus do grand jetés
que arrebataram os sentidos da órbita,
coreografia... sem saber o
Grand finale.
"Danse pour moi quelques minutes et je te dirai qui tu es"
Cerraram-se minhas razões,
semente nativa
da existência
fez se a minha delicadeza,
no tempo, contratempo,
germinada entre
Tendu, Jeté, Rond de jambe,
Fondu, Frappé,
volteios em andamento
desenham o Grand Battement,
no vau da eternidade
traços
Sou eu e a dança
em adagio, allegro ardente,
O laço da paixão
em penumbra, pirouette,
arabesque
entre todo o corpo de baile,
elevei os véus do grand jetés
que arrebataram os sentidos da órbita,
coreografia... sem saber o
Grand finale.
"Danse pour moi quelques minutes et je te dirai qui tu es"
(Daniele)
(Daniele)
(Danse pour moi quelques minutes et je te dirai qui tu es)
terça-feira, 23 de abril de 2019
segunda-feira, 1 de abril de 2019
"Esquinas"
Dobrei a esquina
fugindo do meu olhar.
Amordacei emoções,
calei o pranto.
Segui por estradas íngremes,
deixando rastros de Solidão.
Devorei regras, prescrições,
à seco.
Cruzei pântanos,
escalei montanhas.
Fechei os olhos,
diante do medo.
Perdida em meio ao Caos,
abandonei-me,
Sombra.
Pássaro ferido,
Em céu aberto.
Acalentei meu corpo
com lençóis de pensamentos.
Pedi ao tempo guarida,
espera infrutífera, vã.
Sequei o pranto, as dúvidas, os temores,
Dobrei a esquina
e retornei a Escrita
(Daniele)
Para o Meu Amigo Poeta, Literata e Jornalista Português - ARTUR VAZ
"Vagueando"
Vagueio
Ínvia
por entre sombras
amorfas, sem rota
nas noites gélidas
escurecidas.
Vagueio no tempo
Ínvido
das palavras indizíveis,
mirando o universo desconexo
em um abandono
Invito
(Daniele)
"Eu, Flume"
Chego a plenitude e, agora caminho para o
nirvana de minha vida
Nada me oprime, sem paradigmas, sem freios,
sem rótulos,
pois sei que sou Rio
e como Rio, desço da montanha,
escorrego entre serras e planaltos.
Vago placidamente por entre planícies
sou córrego manso e correnteza bravia
Sou lenta e cautelosa...Sou cachoeira
Estendo tentáculos, faço afluentes
Sofro com a seca...Sofro com a enchente...
alimento gente.
Sou dadivosa...Nunca abandonei a quem
de mim precisou...Mas fui muitas vezes abandonada
por quem em minhas margens pescou
Sou perigosa...Afogo em minhas águas muitos sonhos
Arrasto com minha força esperanças.
Vagueio em direção ao mar...Ora cheio, Ora vazio.
Carrego comigo o que me coube carregar...
Chego a Plenitude...E outrora e o mar
não me entristecem. Sei que sou Rio
e como Rio, sei aonde chegar... !
(Daniele)
domingo, 31 de março de 2019
"Para Virginia Woolf"
A Outra Face da Loucura
És Dona e Senhora - Dona da Solidão, Dona da Dor D'alma.
Conflitos- De um mundo só teu - Açoites na Escuridão.
Onde Mais Ninguém Adentra - Sem permissão.
És Dona e Senhora da tua Hora.
Onde ninguém mais entra - A não ser o teu próprio Eu - desdobrado, desvalido, machucado.
Ninguém sabe a razão... desta falsa ilusão, sonhos, sanidade e Vida.
Esse teu mundo é negro, é chumbo e lume.
Como negras também são, as dores sem rumo.
As tuas próprias janelas da mente, são a pele do corpo desamparada, trevas melancólicas.
Diz que perdeu o juízo,
Cala as palavras em um rio,
Esbulha... Imerge a procura pela 'Cura'.
Solta as amarras.
No teu desvario, alienação, ausência,
Há "monstros" que assolam , fantasmas sem horas,
Criaturas sem rosto, escondem-se a cada Sol posto.
Fantasmas :- Que da tua alma se apoderam, te exploram o ventre, e nem os sentes ...de tão ausente...
Haverá uma explicação?
Digo-te Não..
Talvez...
Devesse recomeçar...
Mas só tu deverá saber!
O que te dispõe a Esquecer.
Uma Mulher Só, dentro dos seus Escombros!
Vagueia na busca e no pranto,
A tal que habita, sereia muda da dor.
Num mundo Oco - num espaço feito de tanto e tão pouco.
Um mundo que até tem nome
um mundo seco e nodoso.
Chama- se ... Dor!
Chama-se... Ausência!
Chama-se ... Libertação!
...Mulheres de nós
Somos.
Daniele (28.3.2019)
sábado, 30 de março de 2019
"Verbo"
Esse enlaçar-se no sangue,
Não é lauta fantasia
e viver a pão e água,
É viver no limiar da Sensibilidade
que nunca é satisfeito.
Ainda que viva "vermelho", "branco' ou "negro'
é sedento, sagaz, incansável,
é voraz.
Suas Metáforas, anáforas não se fartam.
Antes, nebulosas, abrem côncavos
para infinito refazer, sempre outro e mais.
A Escrevedura é Bravura,
é Auto Conhecimento,
é A Visão Catalisadora do Mundo,
e Libertação.
(Daniele)
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